sábado, 10 de abril de 2010

Ephémeros

Minha imaginação não conhece limites, é o único lugar onde sou totalmente livre
A quem estamos enganando?
Somos clichê
Somos rima
E som
Previsível repetitivo padrão.
Estranho, desigual, inédito, incomum .
Essa noite eu tive um sonho.. nem consigo lembrar direito
Mas parecia bem real
Você tem medo do que?
Até onde eu sei é só uma brincadeira...
...as coisas fluem..a gente deixa...
Só porque eu juntei a falta de bom senso ao quanto é bom estar perto...
Já não tenho noção de certo e errado..
Melhor não...
Porque nós gostamos de sofrer?
Ouço vozes.. Oposições internas, manifestas ou latentes, no mundo que criamos
Um mundo tão instável, frágil, perigoso....que vai acabar assim que o dia amanhecer
Não quero mais pensar no beijo que não queremos trocar

Você tem medo do que?
Tenho medo de mim
Então, não é questão de querer ou não querer.
Geralmente eu digo não quando não quero uma coisa...
Somos o que pensamos
Somos os impulsos a que cedemos
Desgastou-se e perdeu o sentido...
Aquilo que dura um só dia
Sou feita de carne, mas vivo como se fosse feita de aço.
(Alice Sales)

“Somos donos de nossos atos,
mas não donos de nossos sentimentos;
Somos culpados pelo que fazemos,
mas não somos culpados pelo que sentimos;
Podemos prometer atos,
mas não podemos prometer sentimentos...
Atos são pássaros engaiolados,
sentimentos são pássaros em vôo.”
Mário Quintana

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